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The art of being fixed
Surgiu num momento da minha vida em que me questionei se existem mesmo feridas que saram, ou se andamos sempre a tentar remexer. O conceito nasceu dessa ideia tentando demonstrar que a reparação dessas mesmas feridas é quase uma arte, visto as dificuldades que trás. No entanto, também como uma arte, se as conseguirmos sarar existirá uma recompensa que muitos podem não ver como tal, mas que só nós percebemos.

Autor:
André Varela
http://www.andrevarela.com
Sou um apaixonado pela fotografia, principalmente pelo auto retrato e fotografia conceptual. Tenho 26 anos de idade e moro em Rio Tinto.

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Adriana Resende – Plataforma

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Ana Matos – The Chairs – Canon 600D . 50mm . f/2.2 . 1/30″ . ISO 400

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Élio Nogueira – Luz do Sol – Canon 450D . 55mm . f/5.6 . 1/250″ . ISO 400

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Elisabete Ferreira – Couple Time – Nikon D3000 . 35mm . f/6.3 . 1/30″ . ISO 100

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José Sousa – Inferno Turquesa – Nikon D3000 . 26mm . f/16 . 30″ . ISO 100

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